Jornal Correio do Povo do dia 15/11/2010.
Este espaço foi criado para divulgação de trabalhos, momentos importantes, realização de projetos, etc. Colabore, interaja e participe desta caminhada!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Mais uma vitória nas Olimpíadas de Língua Portuguesa
GENTE!
A ELISAMA conseguiu vencer mais uma etapa, ficou entre os 32 finalistas em São Paulo.
Parabéns mais uma vez Professor Luiz Carlos!
Parabéns Elisama!
Parabéns Escola Marechal Hermes!
Agora RUMO A BRASILIA.
Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!
A ELISAMA conseguiu vencer mais uma etapa, ficou entre os 32 finalistas em São Paulo.
Parabéns mais uma vez Professor Luiz Carlos!
Parabéns Elisama!
Parabéns Escola Marechal Hermes!
Agora RUMO A BRASILIA.
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
REDAÇÃO VENCEDORA
Agrotóxicos: uma reflexão
Santa Margarida do Sul é um município localizado na região da campanha do Rio Grande do Sul. Possui grande extensão de terras cultiváveis e uma população em torno de três mil habitantes. Assim, como a maioria dos municípios do Estado, tem sua economia baseada na agricultura, principalmente, no cultivo de grãos, como a soja,o trigo e o milho. Ultimamente, o uso de agrotóxicos nas lavouras tem gerado polêmica entre aqueles que se posicionam a favor e contra.
Os defensores do uso do agrotóxico alegam que ele é um exterminador de pragas e doenças que causam danos à saúde das plantas, aumentando, assim, a produtividade dos grãos. E o seu uso é obrigatório, já que faz parte de um pacote tecnológico, onde a semente e o agroquímico se completam na exigência do banco para liberar o financiamento aos produtores, pois ele livra o risco de perdas nas lavouras por pragas e doenças.
Outros, porém, são contrários à aplicação de agroquímicos, porque prejudicam a saúde das pessoas, provocando intoxicação e, a longo prazo, paralisia e doenças graves, como o câncer, principalmente, às que têm residências próximas a lavouras, pois se sentem diretamente afetadas, e os aplicadores que não usam equipamentos adequados. Como exemplo, temos o caso da senhora Cátia Rodrigues, 40 anos, que afirmou, em entrevista, que, nos dias em que é aplicado o agrotóxico, o mau cheiro é insuportável, causando-lhe náuseas e tonturas. Além disso, afeta o meio ambiente, provocando desequilíbrio biológico e ecológico, pois, onde é aplicado, a vegetação nativa demora, em média, até três anos para renascer. Segundo o engenheiro agrônomo, Paulo Eduardo Fassina, membro da Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente de Santa Margarida do Sul, o uso do agrotóxico deveria ser reduzido, pois, nos últimos anos, ele teve um aumento na sua utilização, pela expansão da área plantada, devido à fixação de migrantes na região. Afirma, também, que, ao longo do tempo, deve ser eliminada a sua aplicação, caso contrário, ele poderá atingir o aquífero Guarani, principal reserva subterrânea de água doce da América do Sul. Isto acontecendo, será um evento gravíssimo, pois é ele que abastece de água, através de poços artesianos, o município. Embora estudo realizados pela EMBRAPA Meio ambiente, constatem que as águas do aquifero ainda estão livres de contaminação, é preciso que haja uma postura de adoção de medidas preventivas, com visão de sustentabilidade, para que o lençol freático continue saudável.
Sem dúvida, a discussão sobre o problema é ampla. Sabemos que, embora traga resultados econômicos, as suas consequêcias são maléficas, principalmente ao homem. Quando, pois, consumirmos alimentos das lavouras onde o agrotóxico foi aplicado estaremos contaminando nosso organismo, deixando-o vulnerável a doenças.
Somos defensores do cultivo e do consumo de produtos orgânicos. Por quê? Porque acreditamos, que, produzidos em larga escala, ficarão mais baratos, e a revitalização e fertilização do solo podem ser feitas através dos compostos de carbono, e os resultados serão consideravelmente lucrativos e benéficos a nossa saúde e ao ecossistema, o que é mais importante. Discordamos daqueles que defendem o uso do agroquímico nas lavouras, porque, através do exercício da cidadania e de atitudes conscientes, tanto pessoal, quanto política e econômica, é possivel termos lavouras saudáveis e produtivas sem agredi-las quimicamente. Assim, temos o exemplo dos agricultores do Assentamento Novo Horizonte, localizado em nosso município, que estão usando a adubação orgânica, orientados pelos agrônomos da EMBRAPA. Ademais, existem as plantas bioativas que são usadas para repelir insetos, atrair predadores naturais e melhorar o solo. Além disso, a SAMASM trabalha no sentido de reduzir o emprego do agrotóxico, orientando os produtores do município quanto à adubação orgânica, através do projeto, denominado "Selo Verde".
Pelo exposto acima, concluímo que o uso do agrotóxicos é um problema que não será solucionado em curto prazo, porém, temos que lutar por uma produção orgânica, por uma agricultura sustentável. Assim, teremos alimentos saudáveis em nossa mesa, pessoa não correndo o risco de intoxicação, solo fértil e natureza preservada.
Santa Margarida do Sul é um município localizado na região da campanha do Rio Grande do Sul. Possui grande extensão de terras cultiváveis e uma população em torno de três mil habitantes. Assim, como a maioria dos municípios do Estado, tem sua economia baseada na agricultura, principalmente, no cultivo de grãos, como a soja,o trigo e o milho. Ultimamente, o uso de agrotóxicos nas lavouras tem gerado polêmica entre aqueles que se posicionam a favor e contra.
Os defensores do uso do agrotóxico alegam que ele é um exterminador de pragas e doenças que causam danos à saúde das plantas, aumentando, assim, a produtividade dos grãos. E o seu uso é obrigatório, já que faz parte de um pacote tecnológico, onde a semente e o agroquímico se completam na exigência do banco para liberar o financiamento aos produtores, pois ele livra o risco de perdas nas lavouras por pragas e doenças.
Outros, porém, são contrários à aplicação de agroquímicos, porque prejudicam a saúde das pessoas, provocando intoxicação e, a longo prazo, paralisia e doenças graves, como o câncer, principalmente, às que têm residências próximas a lavouras, pois se sentem diretamente afetadas, e os aplicadores que não usam equipamentos adequados. Como exemplo, temos o caso da senhora Cátia Rodrigues, 40 anos, que afirmou, em entrevista, que, nos dias em que é aplicado o agrotóxico, o mau cheiro é insuportável, causando-lhe náuseas e tonturas. Além disso, afeta o meio ambiente, provocando desequilíbrio biológico e ecológico, pois, onde é aplicado, a vegetação nativa demora, em média, até três anos para renascer. Segundo o engenheiro agrônomo, Paulo Eduardo Fassina, membro da Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente de Santa Margarida do Sul, o uso do agrotóxico deveria ser reduzido, pois, nos últimos anos, ele teve um aumento na sua utilização, pela expansão da área plantada, devido à fixação de migrantes na região. Afirma, também, que, ao longo do tempo, deve ser eliminada a sua aplicação, caso contrário, ele poderá atingir o aquífero Guarani, principal reserva subterrânea de água doce da América do Sul. Isto acontecendo, será um evento gravíssimo, pois é ele que abastece de água, através de poços artesianos, o município. Embora estudo realizados pela EMBRAPA Meio ambiente, constatem que as águas do aquifero ainda estão livres de contaminação, é preciso que haja uma postura de adoção de medidas preventivas, com visão de sustentabilidade, para que o lençol freático continue saudável.
Sem dúvida, a discussão sobre o problema é ampla. Sabemos que, embora traga resultados econômicos, as suas consequêcias são maléficas, principalmente ao homem. Quando, pois, consumirmos alimentos das lavouras onde o agrotóxico foi aplicado estaremos contaminando nosso organismo, deixando-o vulnerável a doenças.
Somos defensores do cultivo e do consumo de produtos orgânicos. Por quê? Porque acreditamos, que, produzidos em larga escala, ficarão mais baratos, e a revitalização e fertilização do solo podem ser feitas através dos compostos de carbono, e os resultados serão consideravelmente lucrativos e benéficos a nossa saúde e ao ecossistema, o que é mais importante. Discordamos daqueles que defendem o uso do agroquímico nas lavouras, porque, através do exercício da cidadania e de atitudes conscientes, tanto pessoal, quanto política e econômica, é possivel termos lavouras saudáveis e produtivas sem agredi-las quimicamente. Assim, temos o exemplo dos agricultores do Assentamento Novo Horizonte, localizado em nosso município, que estão usando a adubação orgânica, orientados pelos agrônomos da EMBRAPA. Ademais, existem as plantas bioativas que são usadas para repelir insetos, atrair predadores naturais e melhorar o solo. Além disso, a SAMASM trabalha no sentido de reduzir o emprego do agrotóxico, orientando os produtores do município quanto à adubação orgânica, através do projeto, denominado "Selo Verde".
Pelo exposto acima, concluímo que o uso do agrotóxicos é um problema que não será solucionado em curto prazo, porém, temos que lutar por uma produção orgânica, por uma agricultura sustentável. Assim, teremos alimentos saudáveis em nossa mesa, pessoa não correndo o risco de intoxicação, solo fértil e natureza preservada.
Elisama Müller Rodrigues Moreira, 2º ano do Ensino Médio, semifinalísta da Olimpíada de Língua Portuguesa.
domingo, 14 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
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